Páscoa Interior

Para os povos antigos da Europa, Páscoa era festividade em que se comemorava o fim do rigoroso inverno para início da prosperidade e abundância, principalmente na agricultura. Para os judeus, representava a libertação do povo de Israel do Egito. Para os Cristãos, o fim do sofrimento do messias com sua ressurreição.

Em comum nas três abordagens parece claro o simbolismo de passagem de um tempo de trevas para um tempo de luzes, do confinamento para a liberdade, da cessão da dor para uma vida plena.

Mas já que estamos na era da Internet, do celular e da alta tecnologia, quando a autonomia humana parece ter alcançado graus inéditos de amplitude, que tal se resignificássemos a Páscoa, sem perder a sua essência, apenas mudando a perspectiva? Se substituirmos referenciais externos pelo interno, poderíamos pensar na Páscoa como passagem do ser de um estado a outro de maturidade psíquica, emocional e espiritual. Seria como uma transformação pessoal, um renascimento sem mudar de corpo, a conquista de si mesmo, de um alcance jamais experimentado das próprias potencialidades. Seria um reinventar da existência, apostando na vida e em toda sua exuberância, beleza e abundância. Seria se entregar de corpo e alma às possibilidades, sem medo de ser feliz. Seria um mergulhar nas profundezas de si mesmo, resgatando tesouros da personalidade abandonados ao longo da história pessoal. Seria tirar a culpa da mochila para um caminhar mais leve, alçando voo na direção do infinito, perdendo-se em Deus tal qual gota a compor o oceano. A Eco Nativa deseja a todos, uma Feliz Páscoa interior.

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